06/07/2023 às 17h47min - Atualizada em 10/07/2023 às 00h02min

Ponto Cultural CDL vai contar a história de Belo Horizonte com o olhar do comércio durante o ‘Noturno nos Museus’

Espaço se une a outros equipamentos culturais da cidade e permanece aberto, no dia 14, sexta-feira entre 18h e 23h

SALA DA NOTÍCIA CDL/BH - Assessoria de Imprensa
www.cdlbh.com.br

Divulgação CDL/BH - Alessandro Carvalho
No dia 14 de julho, sexta-feira, o Ponto Cultural CDL se une a outros 57 equipamentos culturais de Belo Horizonte na oitava edição do ‘Noturno nos Museus’. O evento, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, tem por objetivo fomentar a presença e a relação do público com os museus de Belo Horizonte, além de criar oportunidades de visitas noturnas ampliando o horário de funcionamento das instituições até às 23h. A entrada é gratuita e não precisa de agendamento.

A programação, cultural e educativa, será especialmente desenvolvida para essa ocasião, entre elas, exposições, visitas mediadas e atividades que convidam o público a sair de casa e experimentar os museus de forma diferente.


A história da capital mineira com o olhar do comércio
Ao chegar ao Ponto Cultural CDL, equipamento do Circuito Liberdade que tem como mantenedora a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o visitante percorre a “Galeria Rampa”, um espaço destinado à intervenção de artistas regionais, com ocupação dinâmica e temáticas ligadas direta ou indiretamente ao universo do comércio.

Após a rampa, o visitante é recepcionado pelo “Infovídeo”, que utiliza um mapa gráfico de Belo Horizonte como fio condutor para mostrar a força e a importância dos comerciantes no desenvolvimento da capital. O vídeo combina informações práticas, históricas e simbólicas ao ritmo de uma trilha sonora ágil e contemporânea.

Em seguida, a “Linha do Tempo”, que é dividida em três eixos (Brasil/Mundo, Comércio e Belo Horizonte), destaca fatos históricos relevantes entre as décadas de 1890 e 2010 e apresenta informações, tais como: população, PIB, greves, revoltas, planos econômicos e mudanças de moeda. Sobre a bancada são expostas moedas e diversas máquinas calculadoras adotadas ao longo das décadas.

Os “Vídeos Poéticos”, acima da linha do tempo, relacionam o ritmo da cidade ao comércio, o patrimônio arquitetônico do passado e do presente e a pujança do comércio nas regiões descentralizadas. Já o módulo “Comércio e a Cidade” fala sobre as relações construídas entre o comércio e a sociedade de Belo Horizonte, exibindo em 12 caixas cenográficas uma interpretação artística da relação entre as pessoas e os lugares, o homem e os objetos.

Primeira escada rolante, primeiro arranha-céu...
O presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, explica que no Ponto Cultural é possível relembrar e conhecer fatos marcantes que fizeram a capital mineira ganhar o título de metrópole ao longo dos anos. “O primeiro prédio considerado arranha-céu da cidade possuía dez andares. Conhecido como Edifício Ibaté, ele está localizado na Rua São Paulo, no Centro de Belo Horizonte, e foi construído em 1935, no estilo francês art-déco”, conta. “Em visita ao Ponto Cultural é possível apreciar sua foto, bem como uma réplica da primeira escada rolante que chegou à capital, ainda na década de 1960, e foi instalada no Edifício Arcângelo Maletta, reduto boêmio, gastronômico e cultural que também é destaque do Ponto”, completa.

Cada região, um comércio
As regiões da cidade são caracterizadas por abrigarem segmentos comerciais distintos. O Barro Preto é o polo da moda, a Avenida Silviano Brandão abriga as lojas especializadas em móveis, o Barreiro é conhecido pelas indústrias. Já Santa Teresa é um reduto de bares. Toda essa divisão é mostrada pelo Ponto em detalhes, fotos, representações de espaço e curiosidades.

O Ponto Cultural possui ainda um rico acervo de fotos, mapas e equipamentos que mostram o desenvolvimento econômico, geográfico e social de Belo Horizonte. Tradicionais empresas doaram equipamentos originais, como a máquina registradora da Casa Salles, da década de 1920. Também é possível conhecer a temida máquina de remarcação dos preços, tão utilizada no governo Sarney e que, a cada hora, modificava os valores em função da inflação descontrolada. Há também cédulas de dinheiro originais de diversas épocas, além de máquinas de cheques, notas fiscais do início do século XX, dentre outros tantos objetos curiosos e interessantes.

Serviço
Ponto Cultural CDL no ‘Noturno nos Museus’
Dia 14 de julho, sexta-feira, entre 18h e 23h
Avenida João Pinheiro, 495 – Boa Viagem (ao lado do antigo prédio do Detran)
Entrada: gratuita


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