O Bolsa Família chegou a agosto de 2026 pagando benefício a 3.250 famílias de São Roque, o equivalente a 8.839 pessoas, segundo os dados municipais do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS). São 141 famílias a menos do que em agosto de 2025 (3.391), queda de 4,2% em doze meses, e 701 a menos do que no pico da série recente, em outubro de 2023, quando o programa atendia 3.951 famílias na cidade.
O valor repassado acompanhou a retração. Em agosto deste ano, o programa injetou R$ 2.151.237 em São Roque, contra R$ 2.213.288 em agosto de 2025 — recuo de 2,8%, ou R$ 62 mil a menos por mês. Em relação a outubro de 2023, quando o município recebeu R$ 2.764.393, a queda é de 22,2%. Como o número de famílias caiu mais do que o valor total, o benefício médio subiu: passou de R$ 652,69 para R$ 661,92 por família.
A trajetória local contrasta com a do Estado. Em São Paulo, o Bolsa Família passou de 2.247.854 famílias em agosto de 2025 para 2.321.939 em agosto de 2026, alta de 3,3%, com repasse mensal de R$ 1,55 bilhão. Entre os vizinhos, o movimento também foi de alta em quatro das seis cidades comparadas: Alumínio (+15,1%, de 469 para 540 famílias), Mairinque (+9,2%, de 2.387 para 2.606), Araçariguama (+5,5%, de 1.975 para 2.083) e Sorocaba (+5,4%, de 30.435 para 32.075). Além de São Roque, só Ibiúna (−3,1%, de 7.003 para 6.786) e Vargem Grande Paulista (−2,8%, de 1.330 para 1.293) tiveram redução.











