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Número de consumidores inadimplentes sobe 3,74% no DF
Levantamento apresenta números de consumidores inadimplentes, dívidas em atraso e recuperações de crédito no DF
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Metrópoles
Jornalista
A porcentagem de consumidores do inadimplentes do Distrito Federal cresceu 3,74% quando comparado ao número de agosto de 2025.
O dado faz parte do levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), com base nos dados do SPC Brasil. Mesmo com o aumento, os 3,74% ficaram abaixo das médias do Centro-Oeste, que registrou 5,06%, e do Brasil, com 5,02%.
Apesar da alta em relação ao ano passado, houve uma queda de 0,48% na análise mensal de consumidores inadiplentes, quando comparado o mês de agosto deste ano em relação ao de julho.
Mesmo com o recuo na comparação mensal, a quantidade de dívidas em atraso cresceu 6,08% no DF quando comparado o mês de agosto de 2025 e 2026. Mesmo sendo registrada a alta, o resultado está abaixo da média do Centro-Oeste, de 10,10%, e do Brasil, de 10,28%. O número de dívidas em atraso em comparação de julho a agosto, no entanto, caiu 0,80%.
Segundo o relatório, para o comércio, é importante acompanhar não apenas a quantidade de consumidores inadimplentes, mas também a evolução das dívidas. Esses dados auxiliam na tomada de decisões estratégicas de empresas acerca de cobrança, concessão de crédito, relacionamento com clientes e renegociação de dívidas.
No mês de agosto de 2026, o número de recuperações de crédito no DF caiu 6,79% comparado ao mesmo mês em 2025.
O presidente da CDL-DF Eduardo Rodrigues classifica os dados como oportunidades de ampliação de ações do comércio para recuperação de crédito e fortalecimento de relacionamento com os consumidores.
“A redução da inadimplência em agosto, ainda que moderada, é um sinal importante e mostra que há espaço para avançarmos. Com a ampliação das oportunidades de negociação e a oferta de condições adequadas à realidade das famílias, podemos transformar esse movimento pontual em uma tendência mais consistente, beneficiando consumidores, empresas e toda a economia do Distrito Federal”, comentou Eduardo.