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Revista São Roque
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Agência com apuração local · publicado originalmente por CNN Brasil

Foragido da Justiça

Milton Leite é considerado foragido após polícia não localizá-lo pela 2ª vez

Polícia vasculhou imóvel de assessor em Sorocaba e encontrou R$ 287 mil e US$ 89 mil em espécie; ex-presidente da Câmara não cumpriu prazo de 24h para se entregar.

Milton Leite é considerado foragido após polícia não localizá-lo pela 2ª vez
Foto: Reprodução/CNN Brasil

CNN Brasil

Jornalista

A Polícia Civil de São Paulo foi até Sorocaba, na manhã desta sexta-feira (18), em busca do ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil), mas não o encontrou. O alvo da ação foi a residência de um assessor ligado ao político, onde investigadores tinham informação de que ele havia estado na quarta-feira (16).

É a segunda vez consecutiva que Leite não é localizado durante as buscas. Na quinta-feira (17), quando a operação foi deflagrada, ele também não foi encontrado. A polícia o considera foragido.

Na ocasião da deflagração da operação, o ex-vereador divulgou nota afirmando que se apresentaria às autoridades em até 24 horas. O prazo expirou na manhã desta sexta sem que isso ocorresse.

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Segundo fonte ligada à investigação, o imóvel vasculhado em Sorocaba pertence a um assessor de Milton Leite, que hoje trabalha para um dos filhos do político. Durante as buscas, os policiais encontraram R$ 287 mil e US$ 89 mil em dinheiro no local.

Entenda a operação

A Operação Vectura Corrupta foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Civil e é um desdobramento da Operação Decúrio, realizada em agosto de 2024. As investigações apuram a suposta infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) no poder público e no sistema de transporte coletivo da capital paulista.

Além de Milton Leite, outras 15 pessoas foram alvo de mandados na operação. Entre os detidos estão o candidato a deputado estadual Danilo Morgado (PL) e o ex-presidente da SPTrans Levi Oliveira.

O Ministério Público aponta Leite como o "responsável direto" pelas operações de empresas que, segundo a investigação, eram controladas pelo PCC. Policiais militares também relataram ao Tribunal de Justiça Militar (TJM) que o ex-vereador seria o verdadeiro dono da empresa Transwolff.

Com informações de CNN Brasil.

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