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Professora universitária comemora aniversário de morte de Charlie Kirk
A professora da Universidade Carnegie Mellon , Uju Anya, comemorou nas redes sociais o aniversário de um ano da morte do ativista conservador Charlie Kirk . A universidade, sediada no Estado…
Foto: Reprodução/Revista Oeste
Pâmela Zacarias
Jornalista
A professora da Universidade Carnegie Mellon, Uju Anya, comemorou nas redes sociais o aniversário de um ano da morte do ativista conservador Charlie Kirk. A universidade, sediada no Estado norte-americano da Pensilvânia, criticou as publicações, afirmou que está analisando o caso, mas não anunciou a demissão da docente. Oficialmente, Anya está em licença profissional voluntária e não ministra aulas no campus durante o atual ano acadêmico.
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As publicações foram feitas em 10 de setembro, data que marcou um ano do assassinato de Kirk. Em uma delas, Anya escreveu: “Morra primeiro, homem branco, e depois pergunte a si mesmo por que estou dançando”. A professora também fez outras manifestações sobre a morte do ativista. Anya posteriormente apagou as publicações.
Hey @CarnegieMellon, you support your professor celebrating Charlie Kirk's assassination?
— Corey A. DeAngelis, school choice evangelist (@DeAngelisCorey) September 11, 2026
Em comunicado, a Carnegie Mellon afirmou estar “profundamente preocupada” com as recentes publicações “hostis e ameaçadoras” feitas por Anya nas redes sociais. A instituição informou que está analisando o caso.
Universidade não demitiu professora
A universidade não informou se a licença profissional voluntária tenha relação com as publicações. Segundo a Carnegie Mellon, Anya não ministra cursos no campus durante o ano acadêmico.
A professora continua vinculada à universidade. Na instituição, ela atua como professora associada de aquisição de segunda língua e dirige o Programa de Certificado de Administração de Programas de Línguas da Carnegie Mellon.
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A decisão provocou reações nos Estados Unidos. O senador republicano Mike Lee, de Utah, questionou o volume de recursos federais destinados à universidade e defendeu que instituições que não demitam professores por declarações violentas percam o financiamento federal.
A instituição também comunicou que as opiniões expressas por Anya nas redes sociais não representam os valores da universidade. Ao mesmo tempo, a Carnegie Mellon afirmou que a professora tem direito à liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
Morte de Charlie Kirk
Charlie Kirk foi assassinado a tiros em 10 de setembro de 2025, durante um evento na Universidade de Utah, nos Estados Unidos. O ativista tinha 31 anos e era fundador da Turning Point USA.