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Revista São Roque
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Agência com apuração local · publicado originalmente por CNN Brasil

Prevenção e Saúde Cerebral

Como prevenir o Alzheimer: 14 hábitos que blindam a saúde do cérebro

Descubra os 14 fatores modificáveis apontados pela ciência para reduzir o risco de demência e fortalecer a saúde cerebral desde a infância até a terceira idade.

Como prevenir o Alzheimer: 14 hábitos que blindam a saúde do cérebro
Foto: Reprodução/CNN Brasil

CNN Brasil

Jornalista

Embora não exista uma fórmula definitiva para assegurar que uma pessoa nunca desenvolverá a doença de Alzheimer, a adoção de hábitos saudáveis ao longo da vida pode reduzir consideravelmente os riscos de quadros demenciais. Em 2024, a Comissão Lancet sobre prevenção, intervenção e cuidados em demência ampliou para 14 o número de fatores de risco passíveis de modificação.

De acordo com orientações médicas, a prevenção começa ainda na infância e deve ser mantida na maturidade e na velhice. A baixa escolaridade e a falta de estímulos intelectuais limitam a chamada reserva cognitiva. Por isso, atividades contínuas como leitura, estudos, produções culturais e novos aprendizados fortalecem o cérebro durante toda a existência.

Cuidados cardiovasculares e metabólicos

Questões ligadas à saúde do coração influenciam diretamente o funcionamento cerebral. O colesterol LDL elevado, especialmente na meia-idade, a hipertensão arterial e o diabetes provocam alterações que favorecem lesões cerebrais e comprometimento cognitivo, demandando monitoramento médico e tratamento adequado.

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A obesidade e o sedentarismo também integram o grupo de riscos. A redução de peso e a prática regular de exercícios físicos, como caminhadas, esportes ou natação, beneficiam as funções cardiovasculares e cerebrais, estimulando tomada de decisões e coordenação motora.

Saúde mental, sentidos e estilo de vida

O isolamento social e a depressão não tratada trazem impactos negativos ao cérebro. Manter vínculos presenciais, participar de ações comunitárias e buscar assistência psicológica ou médica diante de sintomas persistentes são medidas protetivas indispensáveis.

Dificuldades sensoriais, como perda auditiva e perda de visão não tratada, podem induzir o indivíduo ao isolamento e reduzir o estímulo mental, o que torna necessário o uso de aparelhos auditivos ou tratamentos oftalmológicos indicados por profissionais.

O consumo excessivo de álcool e o tabagismo causam danos ao sistema nervoso, vasos sanguíneos e oxigenação. Da mesma forma, a poluição atmosférica e os traumatismos cranianos — decorrentes de acidentes no trânsito, no trabalho ou em esportes — compõem os elementos de alerta para a preservação cognitiva.

Lista dos 14 fatores modificáveis

A relação atualizada de elementos que podem ser gerenciados inclui:

  • Baixa escolaridade;
  • Perda auditiva;
  • Hipertensão arterial;
  • Tabagismo;
  • Obesidade;
  • Depressão;
  • Inatividade física;
  • Diabetes;
  • Isolamento social;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Traumatismo craniano;
  • Poluição do ar;
  • Colesterol LDL elevado;
  • Perda de visão não tratada.

Apesar de componentes como idade e fatores genéticos não serem modificáveis, especialistas destacam que o cuidado integrado com a saúde física, emocional e sensorial desde as fases iniciais da vida representa um investimento concreto na proteção do cérebro para o futuro.

Com informações de CNN Brasil.

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