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Operação da PF contra deputado apreende quase R$ 1 milhão em dinheiro vivo
Os valores foram encontrados em endereços de Coari e Manaus, no Amazonas (AM). Não foi divulgado a quem pertenciam as quantias
Foto: Reprodução/Metrópoles
Metrópoles
Jornalista
Investigadores da Polícia Federal (PF) encontraram um cofre e cerca de R$ 990.500 em espécie durante a operação deflagrada nesta quarta-feira (16/9) contra o deputado federal Adail Filho (MDB-AM), e o pai dele, Adail Pinheiro (Republicanos), prefeito de Coari.
Do montante apreendido, R$ 637.750 foram encontrados em Coari, enquanto R$ 352.750 estavam em um endereço em Manaus, onde os policiais também apreenderam US$ 10 mil e 1.255 euros. Até a mais recente atualização desta matéria, não havia informações sobre quem seriam os responsáveis pelos valores.
Além das pilhas de dinheiros, os policiais também apreenderam 21 veículos, sendo que 11 foram localizados em Manaus e 10 em Coari. Esses eram os números mais recentes repassados pela PF até a mais recente atualização desta matéria. A corporação informou que o balanço poderia aumentar.
O balanço total do dinheiro apreendido ainda não foi divulgado
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As apurações apontam para a possível atuação coordenada entre empresários, agentes públicos e terceiros
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Em um endereço ligado a um dos investigados, os policiais encontraram grande quantia de dinheiro em espécie
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A investigação apura os crimes de direcionamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas
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Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro
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Apreensão de R$ 1 milhão em voo
A investigação teve início após a apreensão de cerca de R$ 1,25 milhão em espécie em maio de 2025, quando três empresários foram flagrados transportando o valor em um voo entre Manaus e Brasília (DF).
Segundo a PF, as apurações apontam para a possível atuação coordenada entre empresários, agentes públicos e terceiros, com indícios de direcionamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas e para ocultação da origem e dos destinatários finais dos valores.
Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.
A coluna entrou em contato com as assessorias dos políticos citados, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto.